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Mais de 26 mil pessoas participam do Fliaraxá
04/07/2018, às 08:57:15

Os números da sétima edição do Festival Literário de Araxá (Fliaraxá) realizada entre os últimos dias 27 de junho e 1º de julho comprovam a sua consolidação em todo o país, com público de 26.452 pessoas, 120 convidados entre escritores, músicos, atores, fotógrafos e contadores de histórias e 325 atividades para todas as idades. O evento não só movimenta a economia local, mas principalmente é um espaço de disseminação de ideias, com reflexões e debates sobre a atual conjuntura do país propostos pelo tema “Alma, literatura e revolução”.


O evento foi realizado nos diversos salões e espaços internos do Tauá Grande Hotel de Araxá e em 2.425m² de estrutura externa especialmente montada. Nessa edição, mais de 350 profissionais trabalharam diretamente no festival. Algumas das principais mesas foram transmitidas simultaneamente na página do festival no Facebook (/Fliaraxa), totalizando 43 mil visualizações. Nas redes sociais foi registrado 1,1 milhão de impressões, o que representa cerca de 600 mil pessoas atingidas. Apenas no site oficial do Fliaraxá foram contabilizados 100 mil acessos.


“O Fliaraxá chega a sua sétima edição com um grau de amadurecimento capaz de iluminar os pontos cegos deste nosso país em crise, mergulhado na desesperança, na intolerância e em extremismos estéreis. O Fliaraxá mostra que a cultura é a única vereda pela qual poderemos repactuar a nação. Com seu trabalho de juntar professores, alunos, intelectuais, leitores, cidadãos, crianças e artistas de todas as modalidades, o Fliaraxá comprova, na vida material, que a diferença é libertadora e que a igualdade de oportunidades é uma utopia concreta, ao alcance dos olhos. Livros que deslumbram, ideias que arrebatam, pensamentos que desafiam, gente que se encontra, que se descobre, que se gosta. O Fliaraxá é a humanidade brasileira acesa por dentro. É o diálogo possível - o diálogo que surpreende por ser possível. A leitura é a alma da revolução - uma revolução que não pode mais esperar. E a revolução renova a alma da leitura. Aprender a ler. Ler para mudar. Mudar para ler. E ler mais. Mudar mais. Um livro, uma palavra, um toque de afeto. A discordância na marca do respeito. Do querer bem. A escuridão brasileira não precisa de outra luz - que não esta”, diz o jornalista, escritor, professor e curador do VII Fliaraxá, Eugênio Bucci.

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