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Aspra defende policial de denúncia de prevaricação e exposição nas redes sociais
07/11/2018, às 10:14:20

A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra/PMBM) através do diretor Jurídico, Heder Martins, e do advogado Ricardo Diniz defende a policial militar, cabo Rosiane Cândido dos Santos, da denúncia de prevaricação e inobservância de lei junto ao Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG). Por estar orientada a não conceder entrevistas no decorrer do processo, a reconhecida atleta fisiculturista, conhecida como Rosi Carezzane, diz ao Clarim que tudo que está na nota da Aspra consta no processo em relação a sua defesa.

A associação informa que durante as investigações da Polícia Civil (PC) sobre o caso de latrocínio que vitimou o casal, Rafaela D’eluz Giordani de Sousa e Higor Humberto da Fonseca de Sousa, ocorrido em 23/01/2016, apurou-se que a jovem teria ligado para a Polícia Militar (PM) via 190 em busca de socorro no dia do crime, de acordo com o registro de chamada do seu celular. Porém, a Aspra alega que não existe gravação dessa ligação no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) do 37º Batalhão de Polícia Militar (BPM). “Não há gravação que comprove que a vítima realmente conversou com a militar que estando de serviço gerou 16 ocorrências no dia do fato, conforme extrato do Cad Web (sistema que gera as ocorrências no turno) anexado no processo”, esclarece.

“A acusação alega suposto teor da conversa por conta do registro telefônico do celular da vítima e usa como argumento a vida pessoal da militar para obter êxito na punição, já que Rosiane é atleta reconhecida nacionalmente por seus méritos nas competições”, completa a nota que informa que vários prints do Facebook da policial foram anexados ao processo.

Leia mais na edição impressa do Jornal Clarim que circula nesta sexta-feira, 9.
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