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Jéová diz que não teme Comissão Processante
28/10/2011, às 08:03:36

 

   O prefeito Jeová Moreira da Costa afirma que não fez nada diferente dos anteriores em relação à parceria que a CBMM mantém com a cidade e que não entendeu até hoje a razão da formação da Comissão Processante.
   “Estão procurando chifre em cabeça de cavalo, estamos discutindo o sexo dos anjos. Nós estamos perdendo nosso tempo e, com isto, gastando nosso dinheirinho. Os R$ 30 mil que a Câmara está pagando para o advogado de Belo Horizonte, é dinheiro que poderia aí tá tirando um miserável da escuridão”, disse Jeová. Ele concedeu entrevista ao Clarim durante a sua participação na reunião promovida pela Comissão Processante da Câmara Municipal nesta quarta-feira, 26, às 10h, no Palácio Nagib Feres.

   Clarim - Qual a razão da sua presença hoje (26/10) na comissão processante tendo em vista que o depoimento seria prestado pelo secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Carlos Antonello?
   Jeová – Sempre eu assumi responsabilidade em tudo aquilo que está envolvido o meu nome, meu caráter, minha idoneidade. Eu vejo que é uma oportunidade muito grande da gente crescer, enriquecer e começar agora uma nova página na história da democracia brasileira. Estou ciente desse caminho que se iniciou em 1993, quando eu assumi a prefeitura pela primeira vez, dentro de uma eleição ganha e de um sentimento de amor e determinação. O meu primeiro ato foi acabar com a aposentadoria dos ex-prefeitos. A gente veio para trabalhar em equipe, para construir pessoas, dentro de um sentimento de cidadania, de buscar o bem coletivo. Então, isso que está acontecendo agora é a independência dos poderes Legislativo e Executivo. A Câmara tem todo o direito de instalar essa Comissão Processante, uma vez que eles estão entendendo que está tendo irregularidade. Nada melhor do que esclarecer, chamar as pessoas envolvidas para fazer o depoimento. E depois, a comunidade julgar e analisar o trabalho de cada segmento. Eu acho que isso é democracia, e não aquela velha cultura dos vereadores serem cordeirinhos do prefeito, de um sistema maior financeiro.

> ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO IMPRESSA DO CLARIM

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