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Van alugada pela PMA percorreu quase 3 mil quilômetros em 24 horas
19/11/2019, às 11:25:32
 
O vereador José Valdez (Ceará da Padaria) levantou no Portal da Transparência os gastos da administração municipal com alugueis de vans e micro-ônibus, apesar dos cerca de 60 veículos parados no pátio, sendo a maioria por falta de manutenção. Segundo ele, a prefeitura gastou com o aluguel somente de uma das vans R$ 436 mil em 2016, R$ 428 mil em 2017 e R$ 381 mil em 2018. “No total, foram gastos R$ 1,245 milhão com o aluguel de apenas uma das vans, mas nós temos várias”, aponta. De acordo com Ceará, as discrepâncias nos gastos referem-se às secretarias municipais de Esporte que em 2016 era Assessoria Municipal de Esporte e de Governo que anteriormente era Secretaria Especial de Gabinete.  “A gente achou estranho que segundo o relatório da própria prefeitura, uma van vai à Vitória da Conquista (BA) e volta no mesmo dia e, no dia seguinte, vai para Belo Horizonte (MG). Também são viagens para Cabo Frio (RJ), Niterói (RJ), Campos de Jordão (MG), Estanhado (MG) que é muito longe e para Gramado no Rio Grande do Sul que é um destino turístico. E o que a gente percebeu é que em algumas datas não existiram eventos esportivos. Então, o que uma van pela Secretaria de Esportes vai fazer em Gramado, em julho que é alta temporada?”, questiona. Ceará informa que entregou o relatório ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com pedido de abertura de investigação.
 
 
 
Aluguéis - No mesmo relatório, o vereador ainda questiona os gastos da prefeitura com aluguéis, como os cerca de R$ 22 mil por ano referentes aos imóveis ocupados pelo Gabinete da vice-prefeita Lídia Jordão que não possui um espaço no Centro Administrativo. 
 
 
 
CPI do Ceará - Em requerimento entregue aos membros da CPI do Ceará, composta pelos vereadores Alexandre Carneiro de Paula (presidente), Adolfo Maurício da Silva (relator) e Raphael Rios (membro), aberta para apurar se ele incitou a invasão de uma área situada no bairro São Domingos, o vereador pede o seu imediato arquivamento. Ceará aponta que além de não ter agido contra a lei como querem demonstrar os colegas “por retaliação”, a área citada no pedido de abertura da CPI contra ele não é pública e sim privada - “...não existindo tal crime, inexiste a correlata incitação à prática do mesmo”.  


 
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