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Raphael Rios cobra tecnologia para melhorar serviços públicos
02/12/2019, às 08:29:17

Ao usar a tribuna da Câmara Municipal, o vereador Raphael Rios dedidcou todo o seu tempo para falar sobre as denominadas cidades inteligentes (smart cities). Segundo ele, com o rápido avanço da tecnologia as cidades precisam estar cada vez mais conectadas, acompanhando e empregando inúmeros benefícios que essas ferramentas proporcionam tanto à qualidade de vida do cidadão quanto ao desenvolvimento econômico e social. Raphael explica que o projeto consiste na elaboração de modelos de planejamento e regulação urbana, simplificação dos serviços públicos ao cidadão, menos burocracia, agilidade, ampliação de cursos profissionalizantes e de capacitação para diversas atividades produtivas, com foco no empreendedorismo e desenvolvimento de habilidades por parte da população. “Uma cidade inteligente é aquela que se desenvolve com sustentabilidade e que atende melhor as necessidades do cidadão”, explica. Segundo ele, a iniciativa pretende a adoção de ações que tornem Araxá conectado, integrando todas as áreas a fim de acelerar o desenvolvimento econômico, a melhorar a qualidade de vida da população e economizar dinheiro público. O vereador aponta que essa realidade já está presente em municípios da região como Uberaba e Uberlândia que ficaram entre as melhores classificadas de Minas como Cidades Inteligentes em 2019 perdendo apenas para a capital Belo Horizonte e entre as 60 melhores do Brasil.

Raphael defende que Araxá precisa se organizar para se transformar em uma cidade inteligente, envolvendo o poder público, a iniciativa privada e a população. “A Prefeitura de Araxá disponibiliza poucos serviços digitais, como a emissão de certidões negativas de débito (caso o contribuinte não tenha pendências) e de IPTU e dívida ativa. Em outros casos, o cidadão precisa deslocar-se ao balcão da prefeitura, alguns deles por várias vezes, para resolver alguma pendência ou solicitação”, aponta. Ele ressalta que diversos municípios já facilitaram serviços ao cidadão por meio da tecnologia (sites e/ou aplicativos), como emissão de alvarás, taxas públicas, protocolos, cadastros de Micro Empreendedor Individual (MEIs), demandas como podas de árvores, limpeza urbana, trocas de lâmpadas, sinalização de trânsito, entre outras. Raphael apresentou exemplos de bons projetos implantados em outras cidades, como acompanhar em tempo real o itinerário do transporte público pelo site da prefeitura, sensores que indicam estacionamentos rotativos disponíveis, agendamentos de consultas médicas por aplicativos, educação digital nas escolas (robótica e programação) e ampliação da iluminação pública em LED. “Precisamos incentivar as iniciativas inovadoras que vão propor melhorias para toda a cidade, combater a corrupção, diminuir os gastos públicos e executar uma gestão bem mais eficiente ao cidadão. A administração municipal deve incentivar startups e novos empreendimentos que usam a tecnologia como diferencial”, destaca. Raphael explica que o ranking Cidades Inteligentes realizado anualmente define 11 eixos que podem ser desenvolvidos para transformar uma cidade tecnologicamente - Mobilidade e Acessibilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia e Inovação, Economia, Educação, Saúde, Segurança, Empreendedorismo e Governança.


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Clarim
Radix Comunicação e Tecnologia