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Juiz decide processo de compra e venda de apoio político este mês
01/02/2017, às 09:05:13

 

juiz de Direito da Vara Criminal de Araxá, Renato Zouain Zupo, ouviu a última testemunha no processo de compra e venda de apoio político na Câmara Municipal, o empresário Alexandre Anselmo Ferreira de Souza, de Uberlândia, encerrando a sua fase de instrução nesta terça-feira, 31. Agora o juiz recebe as alegações finais do Ministério Público (MP) e da defesa dos sete réus dentro dos próximos vinte dias, sendo respectivamente dez para cada uma das partes. Em seguida, o juiz profere a sentença em primeira instância, cabendo recurso das partes. Segundo ele, decidirá o caso até o final de fevereiro.   

Alexandre que é testemunha nesse processo, é réu em outro sobre o de desvio de recursos da Santa Casa de Misericórdia de Araxá, tendo sido beneficiado por delação premiada junto com outros dois acusados, o ex-secretário de Saúde, Adalberto Pedrosa, e o ex-superintendente do hospital, Adair da Silva. No depoimento como testemunha, ele confirma ter ouvido que o montante de R$ 248 mil constante na nota fiscal emitida pela sua empresa para a Santa Casa não seria mais utilizado para a compra de equipamentos e sim pelo esquema político. Os sete réus acusados de corrupção ativa e ou passiva no processo são o ex-presidente da Câmara Municipal e ex-prefeito interino, Miguel Alves Ferreira Júnior, e outros seis ex-vereadores, Amilton Marcos Moreira, Eustáquio Pereira, Carlos Alberto Ferreira (Cachoeira), José Maria Lemos Júnior, Marcílio Faria e José Domingos Vaz. Miguel é réu confesso e os demais negam o cometimento de qualquer crime, inclusive Amilton e Eustáquio que antes confessaram em depoimento prestado à Polícia Civil durante a fase de inquérito. Após essas quase 30 horas de um total de quatro audiências iniciadas em setembro do ano passado, o juiz dará a sentença.

 

O juiz Renato Zupo fala sobre a tramitação dos dois processos, de desvio de recursos da Santa Casa e de compra e venda de apoio político na Câmara

 

 

O promotor Marcus Paulo Queiroz Macêdo está confiante nos argumentos da acusação

 

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