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Mais de 45% do varejo mineiro deve se beneficiar com o Dia das Crianças
07/10/2021, às 07:03:13
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De acordo com a Fecomércio MG, 85,7% dos empresários acreditam em resultados melhores ou iguais em comparação a 2020

A menos de uma semana para o Dia das Crianças, o comércio varejista de Minas Gerais já comemora o período de vendas. A reabertura do comércio, o avanço da vacinação e a queda nos índices de transmissão de Covid-19 trazem esperança de vendas melhores ou iguais ao ano passado para 85,7% empresários mineiros. É o que mostra a pesquisa “Expectativas do Comércio Varejista – Dia das Crianças 2021”, realizada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG.



A economista da federação, Gabriela Martins, destaca que em relação ao ano passado os empresários estão mais esperançosos. “Em 2020, o cenário incluía medidas restritivas de funcionamento ao comércio e a incerteza sobre o começo da vacinação. Apesar da mudança neste ano, o consumidor continua cauteloso devido às incertezas provocadas pelo desemprego, o achatamento da renda familiar e a alta da inflação, o que compromete o poder de compra das famílias”, avalia. Conforme a pesquisa, 45,4% das empresas devem ser beneficiadas em 2021 pelo período que coincide com o lançamento de produtos a serem comercializados no Natal. Entre os principais motivos apontados pelos empresários para registrar vendas melhores neste Dia das Crianças estão: valor afetivo da data (43,8%); abrandamento da pandemia (25,8%); otimismo/expectativa (21,1%); vacinação (14,1%) e aquecimento do comércio (10,9%).



No entanto, 14,2% dos empresários acreditam que as vendas serão piores devido à crise econômica (46,25%); à pandemia (42,3%); ao desemprego (26,9%); à queda no comércio (19,2%) e ao endividamento do consumidor (11,5%). Só em Belo Horizonte, esse último item atingiu o maior patamar dos últimos dois anos, alcançando 87,5% da população em setembro. Diante disso, o comércio pretende investir em diversas ações para alavancar as vendas. Entre as medidas a serem adotadas estão propaganda (45,4%), seguida por promoções e liquidações (34,4%); diversidade do mix de produtos (12,6%) e atendimento diferenciado (7,1%). “Ao adotá-las, é preciso que o empresário se planeje e tenha atenção na formação de preços e descontos, garantindo o capital de giro necessário à sustentabilidade do negócio”, pondera Gabriela.

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