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EDITORIAL - A reviravolta
29/06/2012, às 07:52:19

 

   A decisão do juiz de Direito, José Aparecido Fausto de Oliveira, é límpida, cristalina, quanto à inexistência de ato de improbidade e improcedência da ação civil pública movida pelo promotor Marcus Paulo Queiroz Macêdo contra o prefeito Jeová Moreira da Costa, a Arquetipo e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). No âmbito da Justiça, cabe ainda ao Ministério Público recorrer ou não da decisão proferida em primeira instância e que rejeita a sua petição inicial.

   Contudo, sob o aspecto político, desnuda uma perigosa armação tramada com o objetivo de cassar o mandato do prefeito Jeová Moreira da Costa. Não só ele, como várias pessoas que tiveram a sua honestidade e o trabalho digno colocados em cheque, assim como as duas respeitadas empresas araxaenses que muito fazem em prol do desenvolvimento do município.

   À revelia do abalo que o processo desencadeado pela Comissão Processante (CP) aberta pela Câmara Municipal poderia causar em tanta gente e na cidade como um todo, ao invés de aguardarem o desenrolar da ação já movida pelo MP, os vereadores e outros políticos que se envolveram na tramoia deram sequência a uma série de posturas que, estas sim, podem ser questionadas por qualquer cidadão de bem. Como se estivessem numa arena, não só assistindo, mas mandando para o sacrifício, intitulando-se os donos da “moralidade, legalidade etc.”, o que é muito comum aos que alardeiam qualidades que não têm, cometeram verdadeiros abusos com pessoas que têm sentimentos, direitos e deveres como eles.

   A diferença é que o interesse deles é o da política tacanha, que acredita que só há espaço para aqueles que conseguem passar por cima dos outros, ou mesmo, denegri-los, jogá-los no chão. Enquanto a política do bem contagia por si só e nunca admitiria tais posturas sob quaisquer justificativas. É aquela política que informa à população com lisura, trabalha em prol dos interesses do povo e não busca criar “inimigos” a cada momento.

   Como tudo tem consequências, tanto a decisão anterior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que há havia anulado a Comissão Processante montada sob o argumento do processo movido pelo MP, quanto a atual, servem de defesa aos que foram injustamente atacados. O desenrolar dessa CP também mostrou como é a imprensa que alardeia “a verdade” e aquela que realmente é ética, comprometida com o bem estar de todos.

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Clarim
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