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Requalificação da região central terá continuidade
13/07/2012, às 07:58:10

 

   A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Parcerias, Alda Sandra Barbosa Marques, justifica os atrasos nas obras de requalificação que vão se estender pela região central da cidade até o fim do ano, incluindo a av. Senador Montandon e o Parque do Cristo. Ela também informa sobre o andamento do projeto de implantação em Araxá da Cidade Internacional Tecnológica do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Citat).

Inaugurações
   Alda Sandra diz que realmente estava prevista a inauguração das obras na av. Antônio Carlos em 22 de junho passado, mas acrescenta que isto não foi possível porque aconteceram vários imprevistos. “Como nas colocações de redes subterrâneas e alguns com a parte hidráulica da Copasa, então, isso atrasou um pouco”, afirma. Ela acrescenta que agora a intenção do governo municipal é abrir a av. Antônio Carlos e entregá-la para a cidade, como já ocorreu em relação a sua parte direita. “Até o final desta semana, deve ser entregue a outra parte da avenida, do lado de lá. E o teatro também logo vai estar pronto, mas não estamos mais marcando data devido aos imprevistos, como pisos que falta e temos que pedir e, isto tudo, acarreta atraso nas obras”, afirma.

   A secretária assegura que as obras na av. Antônio Carlos e rua Presidente Olegário Maciel estão realmente quase prontas, sendo que devem ser concluídas dentro de muito pouco tempo. “Porque todos que acompanham as obras veem que estão caminhando, já estão no finalmente. Inclusive, o primeiro quarteirão da rua Presidente Olegário Maciel, onde estão trabalhando com toda a força. O prefeito (Jeová Moreira da Costa) tem visitado dia a dia, acompanhado e pedido para que trabalhem no sentido de que agilizem o mais rápido possível e é isto que está sendo feito”, afirma.

Impacto na paisagem urbana
   Alda Sandra afirma que uma parte que demanda tempo é a implantação da fiação subterrânea por parte da Cemig. “Está tudo agendado para a retirada dos postes e já sentamos com a empresa responsável por essa parte da fiação subterrânea e retirada dos postes. Nós fizemos uma reunião com representantes das entidades ligadas ao comércio central, já conversamos e achamos a melhor maneira para não prejudicar muito o comércio”, diz. Ela acrescenta que esse trabalho de retiradas dos postes será feito aos sábados à tarde e aos domingos.

   Ela afirma que com a retirada dos tapumes já houve uma resposta muito boa da população em relação às obras. “Realmente, foi uma surpresa para muitas pessoas, a amplitude do projeto que deu uma nova visão, parece que a gente nem está em Araxá, que é outra cidade. Está sendo uma repercussão muito boa, as pessoas estão sentindo realmente que a parte central da cidade vai ser um diferencial para o nosso turismo e isto é muito importante. A gente só tem recebido elogios e as pessoas estão sentindo que valeu a pena o sacrifício que foi feito, porque vai ser uma coisa que trará um retorno legal”, diz.

Calçadão
   A secretária informa que, junto ao Sebrae, todos os detalhes já estão sendo vistos e elaborados em relação à implantação do calçadão no primeiro quarteirão da rua Presidente Olegário Maciel. “Para fazer com critérios e bem feito, que a gente tenha realmente um Centro da cidade totalmente revitalizado, em todos os sentidos. Porque o que nós precisamos, é trazer o movimento para o Centro. Não podemos deixar o turismo só com o Barreiro, Araxá tem outras coisas e é uma cidade bonita, limpa, acolhedora, de pessoas amáveis e receptivas. Então, essa parte central realmente vai ser um impulso para o movimento dentro da nossa cidade”, afirma Alda Sandra.

Av. Senador Montandon
   Alda Sandra informa que a av. Senador Montandon também será revitalizada, embora nem tanto como foi inicialmente planejado, porque a população entendeu que as palmeiras devem continuar onde estão plantadas. “Então, teremos que fazer de um modo diferente para conservar as palmeiras, mas vamos fazer sim”, informa. Ela acrescenta que também será levado adiante o projeto dos circuitos turísticos da cidade já elaborado pelo arquiteto e urbanista Jorge Whilmein, que inclui a av. Imbiara, o Parque do Cristo e outras áreas da cidade.

   “É um projeto para ser executado a médio e longo prazo e também vai continuar sendo trabalhado, realmente o desenvolvimento econômico e dentro do turismo a gente está muito satisfeita com o que está sendo feito e que isto aí vai refletir lá na frente. As pessoas um dia vão agradecer muito esse empreendedorismo que está sendo feito em Araxá”, diz.

Parque do Cristo
   A secretária informa que o projeto Casa do Pequeno Jardineiro está sendo levado para a área do Parque do Cristo, onde inclusive será implantada uma Casa de Chá. “Voltamos a trabalhar a implantação da Casa de Chá no local e, inclusive, o arquiteto da prefeitura, Marcello de Gusmão Machado, já vai fazer as modificações no projeto. Se Deus quiser, a Casa de Chá será instalada lá e estaremos colocando o Parque do Cristo funcionando ainda este ano”, afirma.

   Ela adianta que o parque contará com a organização e o trabalho da Casa do Pequeno Jardineiro. “O projeto prevê a implantação não só da Casa de Chá, como também de um parque ecológico. E dentro do projeto Pequeno Jardineiro, os participantes terão a oportunidade de conhecer e trabalhar com essas plantas, inclusive medicinais para os chás, que também serão comercializadas para o turista”, adianta.

   Alda Sandra acrescenta que esse projeto também representa um crescimento cultural muito grande para a cidade, principalmente para os adolescentes que participam do Pequeno Jardineiro porque vão poder estudar inclusive o efeito fitoterápico das plantas no parque ecológico.

Cidade Tecnológica
   “O projeto da Cidade Tecnológica é apaixonante, porque a gente vê o futuro que vai dar para a nossa cidade. Nós somos um grupo que está trabalhando esse projeto e a prefeitura é uma facilitadora desse processo. Mas o projeto é da cidade, e a gente gostaria de estar até com ele mais avançado ainda, mas alguns empecilhos persistem e estão nos prejudicando”, afirma Alda Sandra. Segundo ela, um problema é a não liberação ainda pela Câmara Municipal da verba de R$ 2,4 milhões que será destinada principalmente para a reforma e adaptação do Hotel Colombo.

   “Porque nós já temos as parcerias com universidades, tanto da Europa, como dos EUA. Nós já temos essa desapropriação do Hotel Colombo que é fantástica e temos uma área na BR 262 que também foi desapropriada. Já temos empresas como a MbAC que vai ser instalada lá, onde vai ser um distrito e a parte de pesquisas a serem feitas. A MbAC é uma empresa que já abriu a sua firma em Araxá, que se chama Araxá Mineração Metalurgia Ltda., já tem o CNPJ de Araxá. Então, isso está sendo muito importante para a gente ver o crescimento do projeto”, afirma.

   Segundo ela, esteve na sede da Fiemg e na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na semana passada, onde participou de uma reunião sobre terras raras e o projeto Citat. “Nós já recebemos o email da UFMG, querendo participar do projeto, que já tem outras entidades tão sérias, como o Cefet MG, o Uniaraxá e a Uniube”, informa. Alda Sandra afirma que apesar disso, o projeto está caminhando muito bem, só que poderia estar mais à frente na parte de realização efetivamente.

   “A não aprovação do projeto até o momento pela Câmara Municipal, impacta porque a gente tem as férias estudantis na Europa e nos EUA agora no meio do ano. São férias maiores, como se fossem as nossas no fim de ano, de maio a agosto. Então, ainda temos a esperança de começar o trabalho com essas parcerias agora em agosto, mas já está muito perto”, diz.

   A secretária acredita que esse processo vai atrasar, o que considera ruim para as pessoas que já criaram uma expectativa, como os estudantes que vão ter novas oportunidades de participar de intercâmbios e fazer pós-graduação no exterior, além da presença dos professores de fora em Araxá. “Nós estamos com um evento também com a vinda de professores dessas universidades americanas que nós fizemos parcerias, de estarem num seminário na cidade gora no final de agosto. Então, isso aí também está atrapalhando essa atitude, inclusive porque temos outros parceiros e precisamos da aprovação da Câmara Municipal para entrarem no evento, que vai trazer muito conhecimento. Mas a gente tem um gasto com o evento também e a segurança que temos para dar a eles é o projeto aprovado pela Câmara Municipal, o que ainda não ocorreu e, por isto, estamos numa expectativa muito grande e ansiosos, porque não podemos deixar o camelo passar e outro montar”, afirma.


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