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De colega pra colega
23/07/2012, às 10:29:57

 

   No plenário da Câmara Municipal, dois vereadores já estavam presentes para a reunião extraordinária desta quinta-feira, 19, à tarde, o presidente Carlos Roberto Rosa e o vice Juninho da Farmácia. Eles faziam aquele esforço de ligar para os colegas pra ver se conseguiam reunir quorum suficiente na Casa, quando chegou o vereador Pezão. Como sempre, ele deu uma de suas boas tiradas ao ver a tentativa dos dois, dizendo: “Uai, cadê o Mateus? O projeto dele pra ter duas reuniões por semana está na mesa e, justo ele, não vem”. É isso aí, como as reuniões não são transmitidas no período eleitoral e ainda existem na mesa projetos polêmicos, como para a implantação da Cidade Tecnológica, anda cada vez mais difícil assegurar o trabalho na Casa do Povo, sem falar o clima. Mais tarde, chegou o vereador Garrado para a reunião e fez a mesma pergunta: “Cadê o Mateus, o projeto dele pra duas reuniões está na mesa e ele não vem?”.

Faltou quorum
   O presidente Carlos Roberto Rosa convocou uma reunião extraordinária da Câmara Municipal para esta quinta-feira, 19, na expectativa de colocar em votação o projeto de lei do Executivo que autoriza a abertura de um crédito de R$ 2,4 milhões para a implantação da Cidade Tecnológica do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro (Citat) em Araxá. De acordo com os esclarecimentos prestados no Fórum Comunitário pelo Executivo, os recursos seriam repassados à Fundação Cefet MG para que o Hotel Colombo fosse adaptado como sede do projeto, que prevê o intercâmbio internacional de conhecimento entre universidades. No entanto, conforme parecer da Assessoria Jurídica do Legislativo, como o projeto cria um programa social, não pode ser votado em ano eleitoral. A matéria tramita desde 27 de março passado, quando ainda não havia candidato ao pleito, mas a sua votação vem sendo postergada. Tanto que mais uma vez faltou quorum na Casa pra ser pelo menos apreciada, estiveram presentes apenas cinco vereadores, Garrado, Pezão, Juninho da Farmácia, José Domingos Vaz e Edna Castro, além do presidente que não vota. Como a matéria precisa da maioria absoluta dos votos para ser aprovada, seis em dez, não havia número legal na Casa. Os vereadores da oposição preferiram não comparecer à reunião extraordinária: Mateus Vaz de Resende, Lídia Jordão, Marco Antônio Rios e Márcio de Paula. 

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Clarim
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