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Fernando Barreto expõe e lança livro em Araxá
12/11/2012, às 12:10:15

O professor, artista plástico e restaurador de obras de arte, o araxaense Fernando Barreto, abre a exposição de pintura “Harmonia das cores” no próximo dia 23, sexta-feira, às 20h, no Museu Dona Beja, com o apoio da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB). Na ocasião, ele também lança o livro “Lances: conservação da obra de arte”.  

Hoje, radicado em Brasília, o reconhecido artista pode “ser visto, lido ou ouvido”. No vasto currículo de Fernando como pintor há um conjunto de obras em desenhos, pinturas e esculturas, com exposições individuais e coletivas. Paralelamente, ele foi professor na URRJ, UFP, UnB e UFF, nas cadeiras de história da arte, desenho, restauração especializada em pintura e documentos escritos e gráficos. Ele especializou-se em restauração no Instituto Real do Patrimônio Artístico, em Bruxelas, na Bélgica, e realizou importantes trabalhos no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).   

Como escritor, Fernando publicou o livro “Trilogia do Corpo” em 2009, seguido da coleção de crônicas “Sob o Céu de Araxá”, de 2011 e, na próxima sexta-feira, 23, lança em Araxá “Lances: conservação de obras de arte” em Araxá. O editor é o araxaense José Otávio Lemos, pela JOL Editora. “Neste livro, composto por crônicas, Fernando é um showman. Ele conta da sua experiência como restaurador, com alma e mão de artista; permeia-o com veia de historiador, em uma linguagem literária escrita como as saídas da boca de um hábil contador de estórias; filosofa sobre leis e os furtos de obras de arte e os acervos que foram montados sem chatices de alguns catedráticos bitolados aos muros de instituições”, diz o editor.

A exposição que será inaugurada junto com o lançamento do livro é constante de quadros intitulados esteticamente informais, pintados na década de 80, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Nesses quadros, a pintura à têmpera ou a óleo apresenta-se mesclada com xilogravura em cores. De resultado singular é também inédita quanto à técnica de execução. A visualização xilográfica mostra em essência a sua própria “digital”: células estrias e veios.



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