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Pesquisador americano visita a cidade atraído pelo nióbio e terras raras
17/05/2013, às 08:52:25

 

O economista americano, David Abraham, diz que é pesquisador de metais e minerais e veio a Araxá para fazer um estudo sobre nióbio e terras raras. Segundo ele, é consultor especialista em economia internacional e escreve artigos técnicos sobre cidades mineradoras, minerais e pesquisas nessa área. De acordo com David, veio ao Brasil e, especificamente em Araxá, para estudar como conseguiu ser uma cidade mineradora e turística ao mesmo tempo e crescer tão rápido.

Ele diz que está aqui para aprender, porque participa de diversas conferências em todo o mundo e ouviu falar das terras raras e metais de Araxá. Segundo ele, veio ver de perto como isso funciona aqui. “Como um lugar de mineração, consegue ter uma cidade bonita. Como conseguiu transformar esse produto da mineração numa cidade que está crescendo tão rápido.” Ele diz que, geralmente, as cidades de mineração não são turísticas e, por isto, Araxá chama muita atenção.

David explica que as terras raras hoje são muito importantes para o modo de vida no mundo, porque estão presentes em diversos produtos. Ele acrescenta que é difícil de encontrar em outros lugares e mais difícil ainda achar quem consegue fazer esse processo de extração. Segundo ele, sabe que o município tem as terras raras e a capacidade de produzir e, por isto, veio para ver o que está sendo feito. “Eu quero saber se tem algum centro de pesquisa sobre terras raras para buscar informações e manter esse contato para fazer as pesquisas”, diz. Segundo ele, o primeiro contato que fez na cidade foi com a prefeitura, indicado por pessoas que representam o governo brasileiro viram o que está acontecendo aqui. Ele ressalta que quer aprender mais sobre o processo, “ouvi a história e quero saber como está sendo feita”.

Ele destaca que a sua vinda a Araxá e os contatos que pode manter aqui são muito importantes para fundamentar as pesquisas dele sobre terras raras e nióbio. A principal indagação dele é se Araxá consegue fazer esse processo e os impactos ambientais que pode gerar. David afirma que não é especialista em nióbio e terras raras, mas quer saber como os países trabalham com esses recursos minerais e se desenvolvem. Segundo ele, por algumas razões, a China consegue produzir metais de terras raras com custos bem menores e, por isto, ainda existe esse monopólio. “Mas a economia está mudando e as empresas descobrindo novas formas de competir com esse monopólio”, acrescenta.  


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