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PT foi surpreendido com nomeação de Daniel Rosa como assessor
30/07/2013, às 08:46:46

 

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Araxá foi surpreendido com a publicação do decreto de nomeação do petista Daniel Rosa como assessor municipal executivo II, na sexta-feira, 26. “Tem sim um processo de conversas entre o Partido dos Trabalhadores através dos vereadores (Farley Quintino e Marcílio Faria) e o prefeito (Jeová Moreira da Costa), no sentido de uma integração à administração municipal, mas essa conversa não foi conclusiva”, afirma o presidente do partido, o advogado Carlos Orlandi de Paiva.

Ele informa que inclusive o diretório municipal reuniu-se na quinta-feira, 25, para deliberar sobre o assunto. “Algumas decisões são tomadas em discussão no diretório, porque é a instância partidária escolhida pelos demais membros do partido para que delibere sobre algumas situações. Dentre elas, integrar ou não uma administração municipal”, explica. Segundo ele, nessa reunião não foi dado o aval para o encerramento dessas negociações. “Foi, sim, dito que as conversas poderiam continuar transcorrendo da maneira como vinha sendo feita, inclusive com a participação de uma comissão de membros do partido para estar junto com os vereadores também analisando o contexto, a proposta, de que forma se daria essa participação”, esclarece.

Segundo ele, o diretório tem 25 membros e 18 estavam presentes na reunião. Ele ressalta que a executiva possui cinco membros, mas esse tipo de decisão é tomada no âmbito do diretório. “E as pessoas lá reunidas, por consenso deliberaram a situação de estar aprofundando as conversas, porque se deu de uma forma um pouco superficial, que não contemplaria as possibilidades de uma integração efetiva na administração pública”, afirma.


“Não sei até que ponto pode ter havido uma precipitação em publicar esse decreto de nomeação que, provavelmente, vai ser seguido de um de exoneração se essas conversas não avançarem. É evidente, porque hoje ele exerce a sua atividade profissional e também tem um cargo comissionado na Câmara Municipal e, ao que consta, não houve ainda esta exoneração também”, diz Carlos Orlandi.


> Leia mais na edição impressa do Clarim que circula nesta sexta-feira, 2.


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