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Crianças e adultos são internados com intoxicação alimentar
09/09/2013, às 09:25:52

A Polícia Militar (PM) compareceu ao Pronto Atendimento Municipal (PAM) por volta das 19h de domingo, 8, onde crianças e adultos deram entrada com sintomas de intoxicação alimentar. O Corpo de Bombeiros tinha socorrido TL, 56 anos, e as crianças GS, 6, SS, 5, e LS, 2, com suspeitas de intoxicação e inconscientes. Os policiais conversaram com duas testemunhas que disseram ser vizinhas das crianças e, em certo momento, ouviram gritos vindos da casa delas. De acordo com as testemunhas, ao chegarem para ver o que era perceberam que as três crianças estavam passando mal, com vômitos e quase inconscientes. As vizinhas disseram que tentaram socorrer as crianças, porém a mãe delas, AS, 30 anos, tentou impedir. No entanto, as testemunhas conseguiram acionar o Corpo de Bombeiros para socorrer os menores.

Os policiais foram até a casa das crianças situada na rua Petrônio Marciori, bairro Max Neumann, onde a mãe encontrava-se muito nervosa e exaltada, dizendo que não iria ao PAM acompanhar os filhos porque temia ser presa. A mulher relatou aos policiais que não tinha envenenado os filhos. Segundo ela, eles tinham comido um arroz com galinha que a mãe dela que também passou mal tinha comprado de uma mulher que reside no bairro. Em conversa com os médicos que atenderam a avó e as crianças, eles disseram que todos deram entrada com um quadro de intoxicação alimentar e que a menina SS, 5 anos, estava em estado mais grave, porém sem risco de vida.

Os médicos relaram ainda que as outras duas crianças, de 6 e 2 anos, apresentavam maus tratos e lesões, provavelmente provocadas pela mãe delas. Os olhares das crianças eram de medo, próprio de quem é maltratado. As testemunhas também relataram que já presenciaram a mãe agredir fisicamente e maltratar as três crianças, que inclusive já estavam sendo acompanhadas pelo Conselho Tutelar. Durante o desenrolar da ocorrência, deu entrada no hospital outra vítima com os mesmos sintomas de intoxicação alimentar, identificada como PS, 30 anos.

Segundo ela, tinha adquirido arroz com galinha no valor de R$ 7 cada marmitex de uma conhecida dela, identificada como GG, 30 anos. Os policiais ouviram o relato de GG que disse representar uma igreja evangélica. Segundo ela, junto com outras pessoas da igreja, resolveram fazer e vender arroz com galinha para ajudar uma pessoa que está em dificuldade financeira. Ela disse desconhecer o que causou intoxicação nas pessoas, alegando que tudo foi feito nos padrões de higiene. Diante ao exposto, a mãe das crianças foi conduzida para a Delegacia Regional de Polícia Civil. GG acompanhou o desfecho da ocorrência também na delegacia para maiores esclarecimentos dos fatos.

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