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UEA denuncia movimento anarco-sindicalista no MP
21/11/2013, às 12:04:50

 

O assessor de Imprensa da União Estudantil Araxaense (UEA), Gilson Baltazar dos Santos, em nome da diretoria afirma que a entidade não apoia os movimentos deflagrados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Artes e Ofícios Vários de Araxá (Sindvários) e pelo grupo Juventude Libertária, “porque pregam o vandalismo e o desrespeito às autoridades constituídas”.  Ele acrescenta que, por isto, a UEA vem sendo perseguida pelos ativistas.

“Um grupo que veio de Campinas (SP) para Araxá, levantando umas bandeiras vermelha e preta, denominado anarquismo e Juventude Libertária, convidou a entidade para fazer parte do movimento pedindo a redução da passagem de ônibus, na época nem falavam em passe livre”, conta. Gilson acrescenta que ao participar da assembleia realizada pelo grupo percebeu que queriam usar a UEA, fundada por ele há 19 anos. “A gente foi ver como funcionava o esquema, só que não era uma luta de classe. O que a gente viu ali, foi uma luta de baderna, de bagunça, de vandalismo, de depredação, onde lá eles propuseram para quem estava presente invadir a empresa Vera Cruz e se preciso for até queimar ônibus. Eles queriam o apoio da UEA que ficaria responsável de chamar os estudantes para essa luta de bagunça, radicalismo e anarquia. A gente ficou horrorizado de ver aquilo e, depois, seria a invasão da Câmara Municipal e também da própria prefeitura para tentar de todas as formas depor o prefeito (Jeová Moreira da Costa) através de luta popular.”

Gilson afirma que a UEA não tem nada contra a Prefeitura de Araxá e a Câmara Municipal, com as quais trabalha em parceria. “Respeitamos os poderes constituídos que eles queriam afrontar, assim como a Vera Cruz. E não é só isso, desafiá-los e, se preciso for, enfrentar a Polícia Militar. Eu te passei todos os boletins de ocorrência (para a redação do Clarim), a Juventude Libertária com esse pessoal do Icaro (Poletto, sócio do Sindvários) foram para as passeatas com o apoio nenhum da UEA, porque recusamos totalmente. E convocamos os estudantes para nem chegar perto deles, que depredaram, enfrentaram a polícia, foram presos por roubo, dano ao patrimônio público e também por várias ameaças às pessoas”, aponta.  

Gilson afirma que depois desses fatos, o grupo espalhou panfletos nas redes sociais contra ele e a entidade. “A UEA procurou o MP (Ministério Público) e as autoridades constituídas, entrando com um processo contra os mesmos”, informa. Segundo ele, realmente a entidade negou-se a repassar para o grupo qualquer documento. “Nós falamos que é público, que está totalmente legalizado, dentro da lei e que poderiam ir até o cartório e adquirir mediante ofício. São pessoas desocupadas, a maioria não é estudante, é um problema sério, muito grave, pessoas com quase 40 anos angariando os jovens. Me preocupa esse pessoal estar alienando alguns jovens da cidade e já denunciamos no MP, que tomem as providências.”

Gilson afirma que vários presidentes já passaram pela UEA, o que demonstra que não é um monopólio. Ele acrescenta que outras quatro entidades secundaristas já foram registradas no cartório de Araxá e não estão mais funcionando. “A gente pede também que o MP chame a UEA para essa prestação de contas que está totalmente em dia. A gente faz questão de mostrar que está tudo dentro da lei. A entidade sobrevive com o apoio de poucas empresas que acreditam no seu trabalho. Às vezes, porque não concordavam com o trabalho da UEA, alguns estudantes chamaram assembleias, fundaram suas próprias entidades, registraram no cartório, só que hoje, infelizmente, viram como é difícil manter uma entidade aberta”, cita.

 

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