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Municípios da Ampla vão depositar lixo em Araxá com formação de consórcio
14/02/2014, às 08:13:26


O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, João Bosco Borges, informa que a operação do aterro sanitário foi normalizada e algumas pendências estão sendo resolvidas para a renovação da licença de funcionamento junto à Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). Segundo ele, está sendo formado um consórcio para a deposição adequada do lixo entre os municípios que compõem a Ampla, tendo Araxá como sede. O vereador Fabiano Santos Cunha (PRB) cobrou explicações do poder público sobre a disposição do lixo orgânico no aterro sanitário do município na reunião ordinária da Câmara Municipal realizada na terça-feira, 11.

O vereador está preocupado com a renovação pelo município da licença de operação do aterro sanitário junto à Feam, já que a atual vence em meados de abril próximo. Segundo ele, esteve no aterro naquela manhã, onde verificou que ainda havia muito lixo a ser compactado, embora a situação esteja melhor em relação a meados do ano passado, quando fez a denúncia na tribuna pela primeira vez. “É preciso que o poder público se posicione a respeito, afinal de contas trata-se de um problema grave e de extremo interesse público.” Ele enviou um requerimento ao secretário João Bosco neste sentido e também solicitando informações sobre a deposição de lixo orgânico de outros municípios no local.

“Nós tivemos um período em que o aterro sanitário não funcionou muito bem, uma fase de transição com a convocação dos concursados, inclusive o coordenador foi substituído, o que deu uma desestruturada. Mas hoje, o aterro está funcionando perfeitamente”, afirma João Bosco. Ele explica que há uns cinco dias houve a quebra do trator maior que faz a compactação do lixo, tendo sido substituído por um menor até que esteja recuperado, o que provocou o acúmulo do lixo apontado pelo vereador nesta semana. “Teve alguma parte do lixo descoberta porque o trator foi para a manutenção e o trator menor não dá conta do serviço todo sozinho, mas é uma coisa temporária”, ressalta. Segundo ele, o município não tem condições de manter dois tratores grandes no local.  “Um trator novo daquele tamanho custa cerca de R$ 850 mil e não pode ficar parado só por conta de substituir o outro. Então, nós fazemos esse paliativo usando um trator menor para suprir o outro no caso de ter que fazer alguma manutenção, como agora. Mas nós estamos tentando uma parceria, inclusive com as empresas, para ver se a gente consegue equipar melhor o aterro. Uma vez que as empresas também depositam seus dejetos lá e pensando numa parceria para que a coisa funcione melhor”, afirma.

O secretário informa que já deu entrada em Uberlândia do pedido de renovação da licença e, para isto, todas as pendências serão solucionadas até março próximo. “Inclusive, estamos trabalhando também para a retirada do morador de lá que é funcionário do aterro, onde não pode permanecer. Estamos fazendo uma nova casa para ele e quero crer que até meados de março tudo esteja atendido, porque são poucas coisas levantadas e em todas elas estamos tomando as providências.”



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