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Criança ferida fica sem atendimento em Araxá apesar do convênio particular
24/02/2014, às 14:02:03

 

O repórter fotográfico Willian Tardelli acompanhou o drama vivenciado em Araxá por um menor de 5 anos que após sofrer um trauma na cabeça não conseguiu atendimento médico em Araxá, apesar de possuir convênio particular.

O 5º Pelotão de Bombeiros Militar de Araxá atendeu uma solicitação via 193, por volta das 17h de sexta-feira, 21, quando compareceu numa escola municipal localizada no Bosque dos Ipês, às margens da BR 452, Km 5, próximo a Araxá. O menor tinha sofrido uma queda e estava no colo da avó quando os bombeiros chegaram no local. De acordo com a professora, ele caiu enquanto fazia atividade. Os bombeiros prestaram os primeiros socorros à criança que estava com suspeita de trauma no crânio, respondendo somente quando estimulada. A criança foi imobilizada e transportada em seguida para um hospital particular a pedido da avó porque tinha convênio de saúde.

No entanto, o hospital se recusou a prestar o atendimento à criança sob a alegação de que naquele momento não tinha nenhum médico pediatra de plantão. Os bombeiros se recusaram a transportar a criança para outro hospital, porque não apresentava um quadro clínico estável, correndo risco de complicações. Com o impasse, o médico plantonista que se encontrava no hospital naquele momento se dispôs a acompanhar os bombeiros até o Pronto Atendimento Municipal (PAM), se responsabilizando pela vítima durante o transporte. No PAM, a criança foi atendida pelo médico pediatra plantonista que constatou um sangramento na região detrás da cabeça, porém apresentava sinal de melhora. Em seguida, o pediatra solicitou que a criança fosse transportada para um hospital onde houvesse o serviço de neurologia que não estava disponível no PAM naquele momento.

De acordo com Willian, por volta das 20h30 foi informado que a criança estava sendo transportada para Patrocínio, porque mesmo possuindo o convênio particular não foi possível conseguir vaga nos hospitais de Uberaba e Araxá não dispunha do serviço de neurologia.

Foto: Willian Tardelli

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