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Araxá representada no lançamento de gasoduto
12/03/2015, às 07:51:15

 

O deputado estadual Bosco participou do lançamento do Projeto Novo Gás Oeste, considerado um novo eixo para o desenvolvimento de Minas Gerais, no último dia 4, em Uberaba. A iniciativa visa promover o desenvolvimento socioeconômico e industrial de Minas Gerais através do apoio e monitoramento da implantação de um gasoduto pela Gasmig, com extensão de 470 quilômetros ligando o município de Queluzito a Uberaba e Uberlândia.

 

Inúmeras lideranças de diversos setores participaram do lançamento do projeto, dentre parlamentares, prefeitos, secretários de governo, as diretorias da Fiemg e Gasmig. Araxá também esteve representada pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Parcerias, Leandro Haddad. O consultor Cláudio Veras apresentou o detalhamento técnico do projeto. Bosco que é vice-presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) destaca a importância desse projeto que irá beneficiar diretamente o Centro Oeste, Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro. Ele já protocolou um requerimento de audiência pública na ALMG para que o empreendimento seja debatido nas cidades polo dessas regiões. “O nosso intuito é colocar frente a frente pessoas e instituições interessadas no projeto”, explica.

 

O gasoduto terá uma capacidade inicial para transportar 3 milhões de m³ de gás natural/dia. A instalação do gasoduto traz uma série de oportunidades para o Estado, beneficiando diretamente 55 municípios, com população total de 2,2 milhões de habitantes, gerando novos empregos, alterando a matriz energética e trazendo um novo impulso ao desenvolvimento industrial e regional. De acordo com os dados, são 14.181 indústrias localizadas na área de abrangência do gasoduto, que empregam cerca de 310 mil trabalhadores. Desse total, 106 são grandes indústrias que detêm a maior demanda de gás natural no Estado. “O gasoduto irá atrair novos investimentos e essa nova matriz energética poderá potencializar a produção e, consequentemente, a geração de negócios e o desenvolvimento industrial e regional. E também facilitará a entrada de novas empresas no Estado que buscam fontes alternativas de energia. Serão cerca de R$ 2 bilhões em investimentos”, disse o consultor.

 

Segundo ele, o projeto tem como objetivo primordial a viabilização da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 5 (planta de amônia) pela Petrobras, em Uberaba. A amônia que é a matéria prima para a produção de fertilizantes nitrogenados, utilizados nas culturas de milho, cana de açúcar, café, algodão, entre outras, atualmente é importada via Porto de Santos, vindo de Trinidad e Tobago e Venezuela, sendo o Brasil um dos maiores importadores do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia, aponta. A planta de amônia orçada em R$ 2 bilhões terá capacidade para produzir 519 mil toneladas por ano, o que dará autonomia no processo ao Brasil que hoje importa 60% da matéria prima.

 

Quando iniciar a produção em 2017, a moderna fábrica gerará cerca de 200 empregos e também contará com mais 230 prestadores de serviços. O investimento também vai aliviar a movimentação no Porto de Santos e ainda tirar esse produto das rodovias. Hoje, circulam pelas estradas do Triângulo Mineiro cerca de 100 caminhões por dia.

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Clarim
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