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Palmeiras têm 90% de chance de resistirem ao transplante
13/04/2015, às 07:05:14

 

O paisagista da Flora Urciano, André Honorato, informa que as seis palmeiras escolhidas para serem transplantadas da av. Senador Montandon para a área do centro administrativo, no bairro Guilhermina Vieira Chaer, têm mais de 90% de chance de sobreviverem após a operação. Ele acrescenta que ainda será plantada uma palmeira para cada uma das 28 que estão sendo cortadas na avenida, inclusive já de grande porte, para compor um memorial no centro administrativo. André explica que as palmeiras transplantadas foram escolhidas levando-se em conta a beleza, o tronco e as condições para serem arrancadas mais facilmente preservando ao máximo o sistema radicular. “As palmeiras que teriam uma chance maior de sobrevida. E vão ser cortadas 28, sendo que vamos plantar a mesma quantidade de palmeiras no centro administrativo. E para cada palmeira cortada, ainda serão plantadas mais três árvores, provavelmente na área verde do centro administrativo. As seis têm uma chance de sobrevivência acima de 90%, só se houver algum acidente ou se não tiverem os cuidados necessários pós-plantio. É como se fosse uma cirurgia, tem o pós-cirúrgico que depende de muito cuidado, de água, de adubação, de um tratamento durante uns dois anos. E a prefeitura já se comprometeu que irá fazer esses cuidados necessários”, informa.

 

 

De acordo com André, a decisão transplantar apenas seis das 34 palmeiras que existiam na avenida foi necessária também em função do custo. Segundo ele, para transplantar todas as palmeiras seriam gastos de R$ 800 mil a R$ 1 milhão. “Quer dizer, todo esse outro processo deve chegar na casa dos R$ 200 mil. Então, é uma economia de R$ 600 mil a R$ 800 mil. Hoje, com tanta coisa precisando de verba, eu acho que seria uma falta de bom senso usar um dinheiro desse para fazer um trabalho tão oneroso, sendo que pode ser feito melhor e com um valor muito menor. As novas plantas já vão ser plantadas bonitas, as menores vão ter quatro metros de madeira, ou seja, cerca de dez, onze metros de altura. Então, não são plantas muito inferiores a essas cortadas. Só que são plantas novas, criadas em condições adequadas e o custo é muito inferior”, explica. Segundo ele, não é possível aproveitar a madeira das palmeiras cortadas porque apodrece muito rápido. “Então, está sendo descartada numa área designada pela prefeitura, no Distrito Industrial, onde se decompõe rápido. As folhas, nós vamos usar para fazer compostagem e os troncos serão descartados em lugar apropriado.” André diz que apesar da previsão inicial de oito dias para a retirada de todas as palmeiras da avenida, o trabalho tem corrido bem e deve ser concluído neste sábado, 11.

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