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Codemig vai retomar exploração das águas minerais
16/06/2015, às 08:12:48

 

De acordo com a nota intitulada “Águas minerais”, divulgada na coluna Minas S/A, de Helenice Laguardia, no jornal O Tempo (BH), desta terça-feira, 16, o governo do Estado continuará a engarrafar as águas minerais de Araxá, Lambari, Caxambu e Cambuquira, conforme informou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Marco Antônio Castello Branco, no evento Conexão Empresarial, realizado no Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá, no último fim de semana.

“Vamos fazer uma parceria com gente do setor de bebidas? É uma alternativa? Vamos ser nós mesmos os gestores”, estuda o dirigente. A colunista informa que Marco Antônio “liberou R$ 2 milhões para a manutenção dos equipamentos, pagou R$ 27 milhões pelos ativos e máquinas que a Copasa comprou e indenizou a estatal para assumir a gestão”. Conforme a nota, a Codemig acredita que a produção pode chegar a 80 mil litros de água mineral por mês. O presidente contou à coluna que a produção atual não chega a 10% e que a fábrica de Araxá só opera dois dias por mês. Ele admite que era muito difícil a Copasa se dedicar à operação, sendo uma empresa de saneamento. “Então, estamos retomando a missão de fazer esse negócio ser autossustentável, que o contribuinte mineiro não tenha que botar dinheiro para cobrir buraco, porque, até o momento, ela só deu prejuízo”, criticou. A coluna informa que de 2007 até o momento, a Copasa fez um aporte de R$ 100 milhões e a maior parte disto foi perdida. “Ela estava dando R$ 8 milhões em prejuízo por ano”, calcula o presidente da Codemig. Segundo ele, a Codemig dará uma nova feição às águas minerais de Minas.

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