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Inflação de junho foi de 0,78% em Araxá
14/07/2015, às 09:06:05

 

O Índice de Preços ao Consumidor de Aaxá (IPC/Araxá) referente a junho de 2015 – o quarto de uma série mensal – apresentou uma variação de 0,78% e ficou 0,08 p.p. (ponto percentual) acima do índice de maio (0,70%) e 0,02 p.p do de abril (0,76%). O acumulado no período, de março a junho, chega a 4,18%. O levantamento é feito mensalmente pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Parcerias.

A aceleração nos preços em junho esteve vinculada fundamentalmente ao grupo alimentação, responsável por 33,3% do valor total do índice. Esse grupo foi seguido por vestuário que respondeu por 15,4% da inflação observada, saúde e cuidados pessoais (12,8%) e despesas pessoais (10,3%).

 

 

As despesas com alimentação e bebida subiram 0,93% e exerceram um impacto de 0,26 p.p. no IPC/Araxá, devido a sua elevada participação na ponderação do índice, 27,9%. Os principais aumentos ocorreram na alimentação no domicílio. Dos 101 itens alimentícios para consumo na residência com preços acompanhados, cerca de 35,6% tiveram elevação de preços médios, outros 20,8% tiveram preços médios constantes e os demais apresentaram deflação. Dentre as principais flutuações positivas encontram-se as do suco de frutas (11,6%), alho (9,7%) e abacaxi (9,3%). Por outro lado, a cenoura teve sua média de preços reduzida em 48%, enquanto o preço médio do ovo apresentou-se quase 8% menor em junho com relação a maio.

 

 

Ainda que a alimentação tenha sido o principal impactante no IPC/Araxá, a maior variação de preços ocorreu com roupas femininas e masculinas, tendo o percentual de elevação dos preços para vestuário sido medido em 2,07%. Dentro dos demais grupos, merece destaque artigos de residência, com elevação de 1,07%, devida especialmente a utensílios de vidro e louça e roupas de cama e banho. Esses dois grupos apresentaram elevações maiores em junho que no mês anterior, quando seus preços flutuaram em 0,38% e 0,11%, respectivamente. E os combustíveis foram os principais responsáveis pela flutuação do grupo de transportes, tendo a gasolina subido, em média 7,2% e o álcool 3%.

 

 

Em uma comparação com índices dados para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, utilizado pelo governo federal para políticas de metas de inflação), o IPC/Araxá (0,78) apresentou-se 0,01 p.p. inferior ao índice nacional medido para junho (0,79) e 0,06 p.p. superior ao IPCA regional Belo Horizonte (0,72). O IPCA abrange 13 regiões metropolitanas do país, incluindo Belo Horizonte, que tem peso regional na composição desse índice de 10,86%.


Fonte: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Parcerias/IBGE.

 



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