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Audiência na ALMG cobra implantação da fábrica de amônia
17/07/2015, às 11:00:26

 

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou uma audiência pública sobre a implantação de gasoduto para planta de amônia em Uberaba, na tarde desta terça-feira, 14. O debate público foi solicitado pelo deputado estadual Bosco (PTdoB), com o objetivo de discutir de forma conjunta pelas comissões da Casa as perspectivas para o crescimento econômico e industrial do Estado com a viabilização do gasoduto. A conclusão das obras da fábrica de amônia e do gasoduto é a principal demanda do grupo de trabalho instituído na audiência.

 

 

Os deputados querem assegurar que a presidente Dilma Rousseff cumpra o compromisso com Minas Gerais de viabilizar esses empreendimentos, conforme o protocolo de intenções assinado com as entidades envolvidas, em março de 2014. A implantação do gasoduto pela Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) vai ligar Queluzito, Betim a Uberaba, perpassando por outros 26 municípios, numa extensão de 457 quilômetros, principalmente para abastecer a fábrica de amônia que está sendo construída pela Petrobras, em Uberaba, com gás natural. A Comissão de Minas e Energia, em conjunto com as comissões de Política Agropecuária e Agroindustrial e a de Turismo, conduziu a discussão. A tubulação terá capacidade inicial de transportar três metros cúbicos de gás natural ao dia. Bosco disse que solicitou o debate público para tratar especialmente dessa questão, já que a área a ser contemplada pelo gasoduto apresenta uma grande demanda de gás natural, onde existem mais de 14.180 indústrias. “O gasoduto beneficiará diretamente cerca de 30 municípios, gerando milhares de empregos diretos e indiretos, além de expandir oferta de gás natural para o país”, avalia.

A planta de amônia que está sendo construída pela Petrobras no Distrito Industrial III de Uberaba, chamada de Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-V), objetiva promover a autossuficiência do país na produção do insumo. Hoje, o Brasil importa 60% da amônia utilizada. A perspectiva é a de produzir 519 mil toneladas de amônia ao ano, suprindo as demandas do agronegócio nas regiões de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantis e parte de São Paulo. Para tanto, se faz necessário a instalação do gasoduto para viabilizar esse investimento no Triângulo Mineiro.

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Clarim
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