A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou um empresário de 57 anos e uma mulher de 36 pelos crimes de violência sexual e tortura contra uma menina de 12 anos, em Estrela do Sul, no Triângulo Mineiro. A investigação revelou um cenário de horror: a própria mãe da vítima é suspeita de dopar a filha e agenciar os abusos em troca de dinheiro.
O crime foi descoberto após a criança entregar uma carta de pedido de socorro a uma colega de escola. O flagrante ocorreu no dia 24 de janeiro, em uma chácara, onde o empresário foi encontrado nu com a vítima, que estava em estado de choque.
Detalhes da investigação e tortura
Segundo a PCMG, a mãe utilizava métodos cruéis para viabilizar os abusos. A menina era sedada com remédios e sofria a aplicação de pomadas anestésicas para ocultar as agressões físicas. Além da exploração sexual, a vítima era submetida a sessões de tortura com fios e ameaçada de morte caso rompesse o silêncio.
O delegado Eduardo Placheski Trepiche, responsável pelo inquérito, destacou que a atuação policial foi fundamental para interromper o ciclo de violência. Os abusos ocorriam de forma reiterada, configurando estupro de vulnerável contínuo.
Responsabilização jurídica
Com a conclusão do inquérito, os suspeitos responderão por crimes distintos conforme sua participação:
- Empresário: responderá por estupro de vulnerável (cometido múltiplas vezes).
- Mãe: responderá por favorecimento à prostituição de vulnerável e tortura.
O caso foi encaminhado ao Poder Judiciário, e os indiciados permanecem à disposição da Justiça. A vítima recebe acompanhamento especializado.
Fonte: Ascom PCMG
✅ CLIQUE AQUI E PARTICIPE DO CANAL DO CLARIM NO WHATSAPP































