Eleições 2026

Lula faz comício em Natal e Flávio participa de moto-carreata no Rio

Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
Candidatos apresentaram propostas de investimentos e programas

publicidade

Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) movimentaram a corrida eleitoral no segundo turno com agendas públicas neste sábado (10). Enquanto o atual presidente cumpriu compromissos em Natal (RN) focado nos investimentos na região Nordeste, o parlamentar do PL realizou atos no Rio de Janeiro focados em mobilização de rua e pautas sociais.

Lula defende programas sociais e critica propostas de cortes

Em comício lotado na capital potiguar, Lula destacou as transformações sociais impulsionadas por gestões progressistas na região. “Vocês sabem o que era o Nordeste antes do PT ganhar a Presidência. E vocês sabem o que virou depois que ganhamos”, declarou o candidato à reeleição, acompanhado da governadora Fátima Bezerra, do candidato ao governo estadual Cadu de Lula, e dos governadores eleitos Elmano de Freitas (CE), Jerônimo Rodrigues (BA), Rafael Fonteles (PI) e Lucas Ribeiro (PB).

Durante o discurso, o presidente exaltou iniciativas educacionais e questionou planos da oposição:

“O Pé-de-Meia foi uma revolução que fizemos para garantir que 500 mil jovens não desistissem do ensino médio, para ajudar no orçamento familiar. Tudo isso eles vão cortar. Porque a educação nesse país nunca despertou interesse da elite brasileira.”

Lula voltou a criticar a proposta de redução de gastos de R$ 250 bilhões mencionada por Flávio Bolsonaro, cuja campanha nega impactos em áreas essenciais. “Não conheço ninguém da elite brasileira que governou esse país que teve coragem de cortar dos ricos, dos banqueiros, dos empresários, do sistema financeiro, dos fazendeiros. Eles sempre cortam dos pobres”, afirmou.

O presidente também abordou o cenário geopolítico global e a crise no Oriente Médio, associando a gestão de preços de combustíveis às medidas econômicas do governo:

“No Brasil, hoje, a gasolina diminuiu porque a gente está utilizando dinheiro do petróleo que a Petrobras exporta. Estamos subsidiando para que o preço da guerra não chegue ao povo brasileiro, não chegue no feijão do povo, no pão do povo, no leite do povo.”

Flávio Bolsonaro realiza moto-carreata e promete atenção às mulheres

No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro liderou uma moto-carreata em São Gonçalo, na região metropolitana, ao lado do candidato ao governo fluminense Douglas Ruas. No ato, o candidato prometeu levar “mais tecnologia, emprego e desenvolvimento a toda população fluminense”.

“Eu quero agradecer a vocês de coração. Eu tô aqui de corpo e alma, nas mãos de Deus e nos braços de vocês, para mudar o destino da nossa nação”, discursou o candidato.

Em declaração durante o evento, Flávio afirmou que, se eleito, pretende receber a faixa presidencial das mãos de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra preso e condenado a 27 anos de reclusão por tentativa de golpe contra a democracia.

No início da tarde, em agenda dedicada ao eleitorado feminino na capital fluminense, o presidenciável prometeu priorizar o suporte às mães atípicas e promover a inclusão social. O encontro contou com a presença da vice-governadora eleita Fernanda Louback e de Daniella Marques, coordenadora do eixo Brasil por Elas do plano de governo.

“Não vai ter um só dia no Rio de Janeiro que vocês não ouvirão falar sobre inclusão”, garantiu Flávio, defendendo que a pauta de inclusão será transversal: “Uma política transversal vai estar na educação, vai estar na segurança, na assistência social, no turismo em todos os lugares”.

Contexto sobre pautas sociais e históricas de governo

A estratégia de Flávio Bolsonaro para o público feminino e de inclusão busca responder a questionamentos recorrentes sobre a gestão do governo Jair Bolsonaro. Na gestão anterior, a pasta dedicada às mulheres foi fundida às diretrizes de família e direitos humanos, enquanto ministérios como Cultura e Esporte foram extintos.

Além disso, na área de acessibilidade, o governo federal havia editado o Decreto 10.502/2020, que acabou suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob o entendimento de que a medida poderia fragilizar a educação inclusiva ao direcionar alunos com deficiência prioritariamente a classes e escolas especiais.

 

Fonte: Agência Brasil

 

✅ CONFIRA NOSSO PAINEL DE EMPREGOS

 

✅ CLIQUE AQUI E PARTICIPE DO CANAL DO CLARIM NO WHATSAPP

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade