Araxá

Dia da Árvore: CBMM destaca papel estratégico na preservação do Cerrado e produção recorde de mudas em Araxá

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Quem caminha pelas ruas, praças e avenidas de Araxá convive diariamente com espécies típicas do Cerrado, como ipês de diversas cores, pata-de-vaca, uvaia, pau-ferro, sibipiruna, nêspera, pitanga, jacarandá e outras. Essas árvores fazem parte da paisagem da região e ajudam a preservar um dos biomas mais ricos em biodiversidade do país. O Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, convida à reflexão sobre a importância da conservação desse patrimônio natural.

Em Araxá, a valorização e a conservação das árvores e do Cerrado fazem parte da atuação histórica da CBMM. A companhia desenvolve iniciativas contínuas voltadas à proteção da biodiversidade, com ações de conservação de áreas naturais, recuperação ambiental, pesquisas sobre fauna e flora, produção de mudas de espécies nativas e programas de educação ambiental.

Para Lessandro Tadeu de Melo Rezende, Coordenador de Desenvolvimento Ambiental da CBMM, esse trabalho reflete uma abordagem ampla de preservação. “A atuação da CBMM na conservação da flora e espécies nativas do Cerrado de Araxá e região vai muito além do plantio de árvores. Ela envolve pesquisas, produção de mudas, preservação, recuperação de áreas e conscientização da população. É um trabalho permanente que contribui para a preservação da biodiversidade e para que as futuras gerações também possam conviver com a riqueza natural da nossa região”, afirma.

Estrutura de pesquisa e conservação

No Centro de Desenvolvimento Ambiental (CDA) da CBMM, são desenvolvidas iniciativas estratégicas voltadas à conservação da biodiversidade, destacando-se o Viveiro de Conservação da Flora do Cerrado, o Criadouro Conservacionista de Fauna Silvestre e as atividades de educação ambiental que complementam as ações de preservação da companhia.

Em 2025, o viveiro alcançou um marco expressivo ao produzir mais de 600 mil mudas de 145 espécies, o maior volume anual já registrado pela instituição. Atualmente, cerca de 270 espécies vegetais são estudadas, das quais 224 já foram reproduzidas com sucesso, incluindo exemplares emblemáticos como o ipê-amarelo.

O trabalho começa muito antes do plantio: as equipes realizam a coleta de sementes em um raio de até 80 quilômetros de Araxá e acompanham todas as etapas do desenvolvimento vegetal, fortalecendo a restauração ambiental da região.

“Muitas espécies do Cerrado ainda contam com poucas referências técnicas disponíveis, o que torna necessário o desenvolvimento contínuo de estudos e experimentações voltados ao aperfeiçoamento de métodos de germinação, reprodução e cultivo — contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a flora nativa”, explica Lessandro.

Educação Ambiental e legado histórico

A conservação também passa pela conscientização da sociedade. Um dos grandes destaques é o projeto Cientistas do Cerrado, que já impactou mais de 80 mil alunos, professores e moradores de Araxá, aproximando a comunidade da biodiversidade local.

A relação da CBMM com a arborização também se confunde com a história da empresa. Desde 1975, colaboradores, visitantes e personalidades que passaram pela trajetória da companhia deixam sua marca por meio do plantio de mudas, formando um legado vivo integrado à paisagem institucional.

“Cada muda plantada representa mais do que um gesto simbólico. Representa memória, compromisso e a certeza de que o futuro também se constrói com cuidado. É um legado vivo que cresce a cada ano e acompanha a evolução da empresa”, ressalta Lessandro.

Para o coordenador, as árvores tornam os ambientes mais agradáveis e fortalecem o elo entre as pessoas e a natureza. “Conservar a biodiversidade é parte do compromisso da CBMM com o desenvolvimento sustentável. Valorizar as árvores e as espécies nativas do Cerrado é contribuir para a manutenção de todo o ecossistema, da qualidade de vida e da riqueza natural que caracteriza nossa região” conclui.

 

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