Araxá

TJMG define nova data para julgar pagamento do abono natalino dos servidores de Araxá

Julgamento abono natalino servidores Araxá
Dr. Adilson Menezes, advogado do Sinplalto e da Feserv ao lado do presidente do CAS, Hely Aires

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) marcou a nova data para o julgamento que definirá o futuro do pagamento do abono natalino dos servidores municipais de Araxá. A sessão está agendada para o próximo dia 10 de junho, em Belo Horizonte.

A definição ocorre após o cancelamento da sessão anterior, que estava prevista para o dia 13 de maio. De acordo com o presidente do Centro de Atendimento ao Servidor (CAS), Hely Aires, o adiamento de última hora aconteceu devido à ausência justificada do relator e de desembargadores na data original.

Mobilização em defesa do benefício

O julgamento é visto com extrema importância pelas lideranças da categoria. Hely Aires informou que uma comitiva formada pelo sindicato, federação e confederação dos servidores, além de representantes da Prefeitura de Araxá e da Câmara Municipal, irá à capital mineira para acompanhar de perto o desfecho do processo.

“Vamos manter a nossa posição enquanto sindicato, federação e confederação dos servidores. A própria Prefeitura e a Câmara também estarão lá fazendo a defesa junto com os advogados contratados para tentar manter esse pagamento”, destacou o presidente do CAS.

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Planejamento financeiro e o plano B da Prefeitura

O adiamento da decisão traz reflexos diretos no planejamento orçamentário do município. Segundo Aires, a administração municipal precisará continuar trabalhando com projeções financeiras em aberto até que haja um veredito definitivo do Poder Judiciário.

A liderança sindical ponderou, no entanto, sobre os cenários possíveis para o funcionalismo público de Araxá:

  • Julgamento arrastado: Caso a decisão sofra novos adiamentos e chegue até dezembro sem um veredito, a expectativa é de que o pagamento do abono natalino seja mantido normalmente em 2026.
  • Plano Alternativo: Se o benefício for considerado inconstitucional, a Prefeitura já estuda o envio de um pré-projeto à Câmara criando um programa de “renda mínima”, mecanismo legal desenhado para substituir o abono sem prejudicar os trabalhadores.

Impacto direto no comércio e empregos locais

O presidente do CAS aproveitou para alertar que o abono natalino não é crucial apenas para o bolso dos servidores, mas atua como um verdadeiro motor para a economia local na reta final do ano.

“O benefício gera a valorização do comércio e o aumento das vendas no final do ano, o que vai reverter para o município em mais impostos, maior circulação de recursos nas lojas e, consequentemente, na geração de empregos temporários”, concluiu Hely Aires.

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