Polícia Civil

Polícia Civil estoura laboratório de refino de drogas e apreende 4 kg de cocaína em Araxá

Polícia Civil estoura laboratório de refino de drogas e apreende 4 kg de cocaína em Araxá

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Narcóticos e Homicídios de Araxá, deflagrou na tarde de quarta-feira (13) uma operação que resultou na descoberta de um laboratório de refino de drogas e na prisão de um homem de 31 anos. A ação é fruto de uma investigação qualificada que durava cerca de dois meses.

Interceptação via Correios

O monitoramento da equipe de inteligência identificou que uma grande remessa de cocaína seria entregue ao suspeito através dos Correios. Os investigadores montaram uma campana no Bairro Bom Jesus, onde flagraram o investigado recebendo a encomenda ilícita. No local, foram apreendidos aproximadamente 4,1 kg de cocaína.

Laboratório na zona rural

Após a prisão em flagrante, as diligências continuaram para localizar o restante do material da organização criminosa. Os policiais descobriram que um veículo Renault Kwid havia sido utilizado para transportar e ocultar mais entorpecentes em um sítio na zona rural de Araxá.

No sítio, a PCMG localizou o veículo e, em seu interior, encontrou uma pedra grande de crack. Além do carro, os agentes confirmaram que a propriedade funcionava como um centro de preparação de drogas. Foram apreendidos:

  • Uma prensa hidráulica;
  • Um liquidificador industrial;
  • Uma máquina empacotadora;
  • Diversos apetrechos utilizados no refino e comercialização.

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Investigação e prisão

A operação contou com o apoio estratégico do Canil da Polícia Militar. O suspeito foi autuado pelo crime de tráfico de drogas (Art. 33 da Lei 11.343/06) e encaminhado ao Presídio de Araxá. Até o momento, seis pessoas foram ouvidas no inquérito, que segue em andamento para identificar outros membros da organização.

Equipe Responsável: A operação foi coordenada pelo Delegado Regional Dr. Valter André Biscaro Salviano e pelo Delegado titular da Narcóticos, Jéferson Leal. Participaram os investigadores Júlio Cézar, Gustavo Barros e Douglas Santana (Inteligência), além dos escrivães Nelson Tuzani e Thiago, e o inspetor Paulo Verçosa.

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