No dia 9 de abril de 2026, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), através do 37º Batalhão, prendeu um homem de 59 anos suspeito de homicídio consumado em Conquista. O autor tentou ocultar o crime alegando que a vítima, seu tio de 76 anos, havia falecido após uma queda acidental devido a problemas de saúde.
Suspeita de morte natural e pressa no sepultamento
A investigação começou após uma assistente social acionar a polícia. Ela estranhou a pressa do sobrinho em realizar o sepultamento e os serviços funerários. Embora o médico da Santa Casa tenha liberado o corpo inicialmente por traumatismo craniano — acreditando no relato de queda por epilepsia —, as escoriações no cadáver levantaram suspeitas das autoridades.
Perícia encontra vestígios de sangue e sinais de arrastamento
Ao deslocarem-se até o imóvel na Rua Sergipe Marques, no Bairro Rosário, os militares identificaram evidências que contestavam a versão do suspeito:
- Respingos de sangue foram encontrados nas paredes do quarto da vítima;
- Sinais de arrastamento indicavam que o corpo foi movido do quarto para a varanda;
- Vestígios de sangue foram detectados na sala e na cozinha, apesar da tentativa de limpeza.
Confissão do crime após discussão
Pressionado pelas evidências, o autor confessou que, na noite de 8 de abril, teve uma discussão com o tio. Durante a briga, ele empurrou a vítima contra a parede. Ao ver o idoso desacordado e sangrando, o homem o arrastou até a varanda e limpou a cena do crime com panos.
A perícia técnica foi acionada para realizar os trabalhos de praxe no local. O autor foi preso em flagrante e encaminhado ao delegado de plantão para as providências judiciais.
✅ CLIQUE AQUI E PARTICIPE DO CANAL DO CLARIM NO WHATSAPP































