A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Furtos e Roubos da 2ª Delegacia Regional de Araxá, identificou uma idosa de 64 anos suspeita de cometer um crime patrimonial contra um estabelecimento comercial na região central do município. Durante a operação, deflagrada nesta segunda-feira (25), os agentes conseguiram recuperar o produto levado.
O crime ocorreu no dia 5 de maio, mas o caso passou a ser formalmente investigado a partir do dia 20 do mesmo mês. De acordo com os levantamentos policiais, a mulher — identificada pelas iniciais M.D.F. — entrou no local e simulou a compra de um óculos. Aproveitando-se de um momento de distração e ausência da atendente, ela subtraiu o acessório e fugiu.
Câmeras de segurança e recuperação do material
A identificação da suspeita foi possível após o trabalho de inteligência da equipe policial, que realizou a análise detalhada das imagens das câmeras de monitoramento do circuito interno da ótica.
Com o avanço das diligências de campo, a investigada foi localizada e intimada. Em sua posse, os policiais civis encontraram e arrecadaram o objeto furtado: um óculos de sol de luxo da marca Furla, avaliado inicialmente em R$ 1.670,00. O produto foi apreendido e devidamente restituído aos proprietários da empresa.
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Trâmite do inquérito e pena prevista
Por não se tratar de uma situação de flagrante no momento da abordagem, a idosa responderá ao processo em liberdade. No entanto, o inquérito policial, que já conta com 22 páginas de apurações, está em fase de conclusão e será remetido à Justiça com o indiciamento por furto qualificado com abuso de confiança ou mediante fraude (Artigo 155, §4°, inciso II do Código Penal).
Caso seja condenada, a investigada poderá cumprir uma pena que varia de 2 a 8 anos de reclusão.
A operação de localização e apreensão contou com o empenho de cinco policiais civis. A equipe foi liderada pelo Delegado Regional, Dr. Valter André Biscaro Salviano, e pelo delegado responsável pelo caso, Christiano de Rezende Dib, contando com o apoio dos escrivães Fernanda Zanotteli e Luis Henrique Crozariol, e dos investigadores Giovanni Andrade, Arieh Franco Branquinho e Rodolpho Xavier.





























