A dor no joelho é uma das queixas mais frequentes nos consultórios de ortopedia, afetando desde jovens atletas até idosos. Embora comum, o desconforto persistente pode ser o primeiro sinal de lesões graves. Em Araxá, especialistas reforçam que o diagnóstico precoce é a chave para evitar a perda de mobilidade e garantir a qualidade de vida.
Causas comuns e a complexidade da articulação
Segundo o ortopedista da Unimed Araxá, Dr. Henrique Barra Bisinotto, a articulação do joelho é uma das mais complexas do corpo humano, envolvendo ossos, ligamentos, cartilagens e tendões.
Entre os diagnósticos mais recorrentes estão:
- Condromalácia patelar: Desgaste na cartilagem da patela;
- Lesões de menisco e ligamentos: Comuns em praticantes de esportes;
- Artrose: Processo degenerativo mais frequente com o envelhecimento;
- Tendinites e bursites: Inflamações causadas por esforço repetitivo ou sobrecarga.
Quando procurar um especialista?
Nem todo incômodo exige urgência, mas o Dr. Henrique alerta para sinais de alerta que indicam a necessidade de uma avaliação médica imediata. “Quando a dor persiste por vários dias, vem acompanhada de inchaço, sensação de instabilidade, dificuldade para apoiar o peso ou travamento do joelho, é fundamental buscar um especialista”, explica o médico.
Ignorar esses sintomas pode agravar o quadro, transformando um problema simples em uma condição que exige fisioterapia prolongada ou até procedimentos cirúrgicos.
Dicas de prevenção e cuidados diários
A prevenção continua sendo a melhor estratégia para proteger a saúde articular. O especialista da Unimed Araxá recomenda:
- Controle de peso: Reduz a pressão direta sobre a articulação;
- Fortalecimento muscular: Músculos fortes protegem os ligamentos;
- Calçados adequados: Essenciais para o amortecimento de impacto;
- Postura e limites: Respeitar o tempo de descanso do corpo e evitar longos períodos na mesma posição.
“A dor no joelho não deve ser encarada como algo normal. Quando ela começa a limitar suas atividades, é um sinal de que algo precisa ser investigado”, reforça o Dr. Henrique Bisinotto.
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