Uma conquista histórica para o ensino superior e a inovação tecnológica em Minas Gerais. O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 5.102/2023, que autoriza a transformação do Cefet-MG em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG). A decisão ocorreu nesta semana e o texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A Prefeitura de Araxá teve papel ativo na articulação institucional que antecedeu a votação. O município se uniu a outras oito cidades mineiras que sediam campi da instituição para pressionar o governo federal e garantir o avanço da proposta no Congresso.
Mobilização uniu prefeitos de nove cidades mineiras
Antes da apreciação do projeto pelos senadores, os chefes do Executivo das cidades que abrigam o Cefet-MG encaminharam cartas oficiais ao presidente da República e ao ministro da Educação, Camilo Santana, solicitando apoio emergencial à pauta.
O prefeito de Araxá, Robson Magela, assinou os documentos de mobilização conjunta ao lado dos gestores de:
- Belo Horizonte e Contagem;
- Curvelo, Divinópolis e Leopoldina;
- Nepomuceno, Timóteo e Varginha.
A união dos municípios reforçou o peso estratégico que a criação da UTFMG terá para a ampliação de vagas, fomento à pesquisa e atração de investimentos em inovação e desenvolvimento regional.
Impacto direto para os estudantes de Araxá
Para o prefeito Robson Magela, a aprovação do projeto consolida a excelência da instituição no município e abre novas perspectivas de futuro para a comunidade local.
“O Cefet-MG é uma instituição de excelência e motivo de orgulho para Araxá. A transformação em universidade tecnológica federal ampliará ainda mais as oportunidades para nossos estudantes, fortalecerá a pesquisa, a inovação e contribuirá diretamente para o desenvolvimento econômico e social da nossa região”, destacou o prefeito.
O que muda com a criação da UTFMG?
Com a iminente sanção presidencial, a nova Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG) ganhará maior autonomia administrativa e pedagógica. Na prática, a mudança permitirá:
- Ampliar a atuação no ensino superior com novos cursos de graduação e pós-graduação;
- Aumentar o orçamento e a estrutura voltados para a pesquisa científica e extensão;
- Manter a oferta da educação profissional técnica, garantindo que o ensino médio integrado e os cursos técnicos continuem funcionando com a qualidade tradicional.































