A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu dois inquéritos policiais em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, que investigavam o golpe do falso leilão na internet. Três suspeitos — duas mulheres, de 23 e 25 anos, e um homem, de 35, todos moradores do estado de São Paulo — foram indiciados pelo crime de estelionato.
Segundo as investigações da polícia mineira, duas pessoas moradoras de Patos de Minas caíram na armadilha após darem lances em plataformas virtuais fraudulentas. Os sites falsos simulavam com perfeição páginas oficiais de leiloeiros renomados, induzindo os compradores a realizarem transferências financeiras expressivas sob a ilusão de terem arrematado os lotes.
Ao todo, o prejuízo das vítimas ultrapassou a marca dos R$ 100 mil:
- Primeira vítima (58 anos): Sofreu um prejuízo de R$ 56.137 ao realizar depósitos bancários para os criminosos.
- Segunda vítima: Teve uma perda financeira de R$ 46.674,85 em transações enviadas para contas de laranjas.
Os inquéritos concluídos foram encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para o oferecimento da denúncia e início da ação penal.
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Alerta da Polícia Civil: Como não cair no golpe do leilão virtual
Diante do aumento de fraudes dessa natureza, a Polícia Civil divulgou orientações fundamentais para o cidadão evitar o estelionato digital:
- Verifique a URL do site: Antes de dar qualquer lance, analise detalhadamente o endereço eletrônico da página. Golpistas criam links muito parecidos com os de empresas conhecidas, alterando apenas letras ou extensões (como usar “.net” ou “.org” em vez de “.com.br”).
- Consulte a Junta Comercial: Certifique-se de que o leiloeiro responsável pelo pregão está devidamente registrado e ativo na Junta Comercial do estado correspondente.
- Atenção aos dados do beneficiário: Antes de confirmar um
- Pix, transferência bancária ou pagamento de boleto, verifique o nome de quem receberá o dinheiro. Empresas institucionais de leilão não costumam receber valores em contas correntes de pessoas físicas.



























