Justiça

Operação do Procon-MPMG apreende 642 quilos de alimentos impróprios e interdita estabelecimento em Várzea da Palma

Procon-MPMG Várzea da Palma
Foto: Procon-MPMG

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Uma operação de fiscalização realizada entre os dias 15 e 17 de setembro pelo Procon do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MPMG) resultou na apreensão de aproximadamente 642 quilos de produtos impróprios para o consumo e na interdição de um estabelecimento em Várzea da Palma, no Norte de Minas.

A ação, conduzida por meio da 2ª Promotoria de Justiça da comarca, verificou as condições higiênico-sanitárias, além da qualidade, validade, conservação, armazenamento e procedência dos itens comercializados em supermercados e açougues da cidade. Segundo o órgão, a operação ocorreu após um extenso período de diálogo e orientação preventiva aos comerciantes.

A força-tarefa atuou de forma integrada com a Coordenadoria Regional de Defesa do Consumidor de Montes Claros (CRDC-MOC), a Vigilância Sanitária Municipal, o Procon Regional Cimams e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

Irregularidades e produtos apreendidos

Durante as inspeções, as equipes flagraram locais de manipulação e armazenamento com condições inadequadas de higiene. Foram recolhidos produtos vencidos, deteriorados e mercadorias sem rotulagem ou comprovação oficial de origem (selos SIM, SIE ou SIF), além de falhas graves nos processos de refrigeração e congelamento.

Entre os itens retirados de circulação estão carnes bovinas, frango, peixe, linguiças, mortadela, queijos, ingredientes para feijoada, carne salgada e pururuca pré-frita. Todos os alimentos apreendidos foram encaminhados à Vigilância Sanitária Municipal para descarte em local adequado.

Tentativa de frustrar a fiscalização

O relatório da operação também destacou a conduta de alguns comerciantes que fecharam as portas após o início das diligências. Três estabelecimentos permaneceram fechados durante todo o período da ação, enquanto outro reabriu no último dia sem expor nenhum produto cárneo nos balcões. Os casos foram registrados nos Autos de Fiscalização Eletrônica do Procon-MPMG.

 

Fonte: Ministério Público de Minas Gerais/Assessoria de Comunicação Integrada

 

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